Continuidade nos negócios

Hoje a informática está presente em todos os lugares: nas empresas, nas casas, nos carros. Em outras palavras, está presente em quase tudo o que nos cerca, facilitando a nossa vida, mas casa vez mais se tornando uma necessidade, e em alguns casos dependência.

Nossa dependência pela informática faz com que, cada vez mais, necessitemos de alguma maneira de recuperar as nossa informações, caso algum evento não programado, como um roubo ou um desastre ambiental, façam com que essas informações se percam.

Digo isso por experiência própria, quando tive todos os dados do meu pendrive apagados acidentalmente e até a data que escrevo esse artigo não consegui recuperar todos os dados.

Agora imagine se algo parecido acontece com sua empresa: todo o seu banco de dados com informações essências é perdido devido a uma sobrecarga de energia que queima o disco rígido. Rapidamente pensamos em usar o backup (se tivermos), mas temos certeza que a recuperação do backup será um sucesso? O backup contém os dados mais atuais? Enquanto a recuperação é feita, como damos continuidade nos negócios?

Sempre pensamos que isso jamais acontecerá e, portanto, não damos importância suficiente, deixando de lado a elaboração de um plano de contingência.

Quantos funcionários sabem o que fazer, além de sair correndo desesperadamente pelo corredor, se houver um incêndio? Quem é e quando acionar o responsável? Ou melhor ainda, quem deve acionar o responsável?

Isso é responsabilidade da equipe de TI, diria o funcionário mais desavisado, mas isso é uma meia verdade, porque a diretoria executiva também deve se preocupar com isso. Na minha humilde opinião ela deveria ser a primeira a se preocupar com isso, por ser ela que aprova os gastos e principalmente por responder pela empresa, mas isso seria o mundo ideal, então uma de nossas responsabilidades é mostrar para todos a importância de termos um plano de contingência e resposta a incidentes.

Como diria a sabedoria popular: “Acredite em Deus, mas faça backup!”.